Era uma tarde agradável em Auler, um dia ainda quente antes de chegar o inverno.
Dois jovens elfos buscando fontes de águas cristalinas chegam a uma cachoeira, com águas cristalinas. O local é rodeado de grandes arvores, muitas pedras. O casal entra na água, eles estão distraídos, chegando cantar canções em língua élfica antiga. Incompreensível. Mas tão bela como cheia de mistérios, para Owen, um jovem capitão que estava dias acampado.
Os jovens logo entram na floresta, Owen os segue e eles chegam a uma pequena caverna.
Ele se apressa em retornar ao acampamento montado próximo a cidade pelo rei e seus generais. O local era próximo ao pontão principal de Auler. Entorno da principal estrada, as margens de um manancial de água, que tinha vegetação alta, cheio de mosquitos como animais peçonhentos. Eles já estavam no certo da cidade a dois meses. Com o outono a vegetação ficou mais seca e uma grande área foi queimada. Os ventos que vinham do norte levantavam a fuligem. Que chegava até a cidade. Diversas tentativas de invasão foram frustradas. As muralhadas eram altas e fortes. E a posição elevada e os arcos longos dos elfos. Traziam grande dano as tropas de Ravenfall, que era em maior numero. Com grande quantidade de cavalaria. Ali se encontra o rei Henrique e dois generais.
— Com licença, meu rei. —se curvando em reverencia. — Encontrei uma entrada para Auler.
O rei se levanta curioso e acenando com mão para ele se aproximar
— Muito bem Owen, até que enfim alguém trazendo para mim uma noticia boa, depois de tanto fracasso na tomada da cidade.
— Meu rei. Entregue a mim o comando e planejamento da invasão. — Se levantando Vincent. — Ainda hoje atacaremos e conquistaremos.
— Me permite falar meu rei?
— Sim, prossiga.
Ele se ergue e se aproxima do do rei e dos demais que estão ao redor de uma mesa com um mapa de couro sobre a mesa.
— Devemos esperar, não atacar hoje.
— Você está com medo? Está se acovardando. — risos tomam conta da tenda e Vincent continua. — Não precisamos esperar nada, não vê que é algo que nosso rei deseja a muito tempo? Mas o que esperar de um vira lata?
Aumentando ainda mais os risos. Owen apertou a mandíbula, mas fica parado, não retruca, e tenta respirar calmamente. Enquanto é encarado pelos demais.
— Silêncio. — erguendo a mão, todos se calando. — Por que você me diz isso?
— A entrada é estreita, ainda não sabemos onde dá na cidade. Meu desejo é acabar com essa longa guerra, por isso não podemos falhar. Uma invadir em noite e lua cheia, temos grandes riscos de sermos descobertos e eles fecharem essa brecha.
— Então qual é o seu plano? A gente tem a vantagem numérica. — com todos os da tenda concordando com o rei.
— Sim a gente tem a vantagem numérica. Entretanto eles tem a vantagem de conhecer bem o território. — Ele aponta para o simplório mapa de Auler, com poucos detalhes. — Meu plano é hoje a noite, somente eu ir explorar a caverna. Descobrir o caminho para a cidade. ter uma visão melhor da cidade. Onde estão as defesas, onde são os pontos fracos. Além disso o tempo esta mudando vejo nuvens vindo do norte. Amanhã talvez esteja chovendo ou com neblina. Assim teremos mais chances de sucesso.
— Mas se você for descoberto? — Indaga Vincent, se aproximando e olhando para ele — Não será somente a perda de um capitão, será a perda da melhor oportunidade que temos.
— Risco maior é colocar um grande numero de soldados em uma gruta, sem saber onde dá e o que os espera no outro lado.
— Está decido. Vá e explore, amanhã quero que você elabore um plano de invasão.
— Obrigado, assim farei. — se retirando da tenda.
Durante a madrugada ele foi para a entrada da gruta, removeu sua armadura e usou uma capa tipica élfica cobrindo o seu rosto. O caminho era estreito, com pedras quebradiças em partes e outros trajetos era necessário rastejar. Passado mais de meia hora, ele começa ver uma luz da cidade. Ele apaga sua lamparina e com cuidado ele vai se aproximando. Ele fica abaixando, ali por um bom tempo, observando. Ao ver o silêncio ele prossegue.
Com muito cuidado, ele começa a sair e observa que a a gruta está sobre raiz uma grande árvore. Então ele começa a observar o contorno vê alguns balanços, alguns brinquedos e observa que o local parece ser uma escola, então ele vai aos poucos por um local observando se ali tinha pessoas dormindo ou sendo vigiado, observa que tem. Somente salas de aulas vazias o local é perfeito, saindo atras da escola.
Ele começa explorando a escola. Que além de um parque com balanços e brinquedos tem uma estufa com diversas mudas de plantas. Ele abre uma janela e entra em uma sala, observa desenho e lanterna decorativa. Ele sobe uma torre, onde tem uma visão privilegiada da cidade. Ele anota em um caderno as guaritas. Com sua luneta, observa as ruas. Observa que próximo ao portão principal tinha diversas ruas estreitas. Perto das muralhas observa diversas casas de madeira mal acabadas, com um grande aglomerado de pequenas casas. Com pouca iluminação. No centro da cidade uma praça e casas feita com pedras de dois andares. Elas tinha em suas paredes e telhado jardins.
Ali ele observa uma variedade de luminárias e lanternas. Na parte mais elevada ficava o castelo que era rodeado por uma muralha, com um grande portão e na frente do castelo um jardim com uma frondosa arvore. Ele começa a ilustrar o castelo, que não era muito diferente de Ravenfall, com a diferença de ter muitos jardins suspensos. E na torre mais alta, uma grande bandeira com uma bela arvore e três estrelas sobre a arvore.
Ao retornar ao acampamento ele detalha o plano para o rei e seus generais, fala da dificuldade da entrada e das fraquezas da defesa de Auler.
— Bom relatório garoto. — dando uns tapas nas costas, Vincent, continua. — Pode sair e deixar conosco.
— Não, eu quero que ele fique
— Ele é um capitão, meu rei, ele não é um general nem nobre e.
— Meu falecido irmão falava muito bem de você Owen. Eu tenho visto seus resultados, talvez estejas na hora de te promover a general.
— Obrigado meu rei.
— Não seja modesto, você pensou em um plano. Vamos lá me conte.
— Meu rei, você não deveria dar ouvidos.
— Calado, Vincent. Eu já ouvi muito de você e dos demais dessa sala e tenho recebido somente fracasso nesse cerco.
— Então amanhã o tempo ficar nublado, talvez até chova, posso liderar um pequeno grupo leve que vai entrar na cidade. Vou precisar que tropa principal cerca de 1/4 da tropa faça um ataque frontal, para atrair a atenção deles. Irei com uma parte dos soldados até esse portão e seremos descobertos propositalmente. Chamaremos as defesas deles. Enfraquecendo um portão secundário. Onde outro grupo de soldados de minha confiança vai abrir esse portão. Onde suas tropas escondidas na floresta tomaram a cidade com facilidade.
— Arriscado, mas muito astuto, assim faremos.
As tropas de Ravenfall começaram os preparativos para a invasão, Owen se reuniu com seus principais subordinados. Ele chamou em um lugar próximo que tinha águas quentes.
— Porque você nos chamou aqui Owen? — Questionou Luiz, um jovem de olhos castanhos, cabelos cacheados. Ele usava uma cota de malha e sobre ela um peitoral feita com placas de ferros, já gastas, com alguns sinais de ferrugem.
— Por que quero repassar os planos com vocês, afastado do tumulto do acampamento. Aqui é quieto e me traz paz. E essas águas são tão gostosas.
— Então é hoje o grande dia? — se abaixado e observando as folhas caídas sendo transportada por formigas Willian. — Vamos acabar com essa guerra, vou poder voltar para a minha família. Faz cinco anos que não os vejo, minha menina deve estar com 20 e meu menino está com 14 anos. Temo que ele acabe sendo convocado para guerra. Se isso não terminar logo.
— O tempo passou rápido. Sua filha deve estar linda. Quero ver. — Comenta Dudu, um jovem de baixa estatura, mas de braços e pernas fortes.
— Ela não é para você. — fitando com os olhos Willian
— Tá bom, eu sei que o seu genro preferido é Owen
Tirando de sua bolsa um mapa, Owen chama a atenção.
— Chega de conversa, vamos focar no plano, para que possamos voltar para casa. Esse é o mapa que Lisa tinha entregado, ontem consegui completar com mais informações. Vamos entrar pela essa gruta. Você Luiz, vai ficar com as tropas do rei. No aguardo, eu com alguns soldados vamos ser o chamariz. — Apontando no mapa o local onde eles seriam descobertos de propósito. E apontando no mapa o local onde Willian deveria ir — Com isso Willian, vocês vão conseguir abrir o portão. Com isso toda a cavalaria vai ter grande vantagem.
— É um plano arriscado. — Com a mão no queixo Eduardo examina o mapa. — Se Willian não conseguir abrir o portão, vocês estarão em um pequeno numero, em desvantagem. Podemos ficar presso.
— Eu sei, mas essa é a melhor chance, se a gente ficar aqui, quando o inverno chegar teremos que retornar. Ou muitos vão morrer de frio e de fome. Quem mais vai sofrer é nós e nossos companheiros, que não viemos de família nobre. Fomos recrutados, muitos eram agricultores e construtores. Vamos precisar da velocidade de sua cavalaria Luiz dando suporte, indo em nossa direção.
— Pode contar comigo, meus irmãos — abraçando Owen e Dudu —, vamos acabar com essa guerra de uma vez.
— Por mim está tudo bem. Prefiro correr o risco de que ter que ver o meu filho no campo de batalha.
— Obrigado, não tenho palavras para agradecer todo esse tempo de parceira.
Eles entram na água e ficam ali conversando, contando estoria.
Na entrada da gruta, Owen se reúne com seus soldados, ele começa a repassar o plano. Dividindo o grupo que vai invadir em dois grupos. Entre ele e Willian.
— Hoje teremos mais uma difícil batalha, talvez não seja a mais difícil, mas com certeza a mais decisiva. Precisamos estar preparados para tudo. Precisamos trabalhar como se fosse um corpo só. São anos que estamos lutando junto, perdemos muitos companheiros, guerreiros valiosos. Isso nos lembra guerra é guerra. Não podemos descuidar. Quero amanhã com vocês comemorar a vitória.
Ele vai um a um falando o nome cumprimentando, agradecendo, então eles começa a entrar na difícil e estreito caminho em alguns minutos ele entram na cidade. Ele sinaliza para ficarem em silêncio e apagarem as lanternas, ele vai na frente. Observa a cidade, que está em silêncio. Ele sobe no telhado da escola e faz uma varredura, confirmando as posições dos soldados inimigos. Observa o vento que além de balançar os ramos das arvores enchendo as ruas de folhas também trouxe nuvens densas. A cidade esta escura, perfeito para a invasão, mas o frustrando, pois sempre foi dito que o reino dos elfos era conhecido, além das árvores, por suas luzes. Com luminárias, lanternas ornamentadas, que usavam cristais coloridos.
— Vamos seguir o plano, eu vou na frente Willian gire duas vezes a ampola com areia. Para sair e ir para sua posição. — pondo a mão sobre o ombro dele eles se olham e ele complementa. — Mas fique atento. Se escutar sons de cães ou de soldados, abortem a missão, fomos descobertos antes e será muito perigoso seguir com o plano.
— Esta bem, se cuida. — Segurando Owen com a mão na nuca, ficando testa a testa. — Vamos vencer hoje, vamos retornar para casa.
Escondido dentro da escola, Willian e seus soldados observam a areia descer com dificuldades, eram longo tempo, até o som da respiração era escutada. A conversas de dois elfos bêbados, fizeram eles erguerem e apontarem suas orelhas para a rua, causando apreensão. Era somente dois bêbados. O tempo passou e sem sinal que Owen e seus homens foram descobertos.
— Agora é com nós, não podemos falhar com ele. — falando baixo ele sinaliza o caminho. Eles chegam ao local onde Owen sinalizou, para eles ficarem escondido.
Enquanto Owen segue cuidadosamente seu plano, entrando no local mais baixo da cidade. O local era compostos de ruas com pouca iluminação, eles iam desbravando os diversos becos. Chegaram perto de uma guarita do portão e começaram o ataque.
Cães e agitação dos elfos são escutado, é sinalizado na guarita com uma luz com fumaça vermelha que homens tinham invadido a cidade.
— Estamos sofrendo uma invasão, eles estão indo em direção a um portão, onde tem o exercito de Ravenfall. Andem levantem. — Comenta um elfo com um manto verde. — Fiquem aqui somente uma duzia o restante, venha comigo.
Ao ver os soldados partirem em direção onde Owen está Willian ordena o ataque e furtivamente eles conseguem tomar o local.
Quatro arqueiros atingem dois elfos que estavam no ponto mais alto, para não sinalizar o ataque. Willian e demais saem do esconderijo e começam o ataque. Que em poucos minutos estavam perante o portão abrindo ele dando espaço para a cavalaria avança em velocidade, sobre a cidade. Carregado de tochas eles vão pela cidade lançando as tochas sobre algumas casas que eram feita de madeira. Também lançam sobre algumas arvores que estavam com a folhagem seca. A arqueiros e lanceiros vão pelo centro da cidade em direção ao castelo. Luiz com sua cavalaria vai em direção onde Owen se encontrava. A cavalaria começa circulando a cidade. Atacando diversas posições enquanto a infantaria segue pelo centro da cidade.
— Vamos para onde Owen está. — Ordena Willian.
Enquanto isso em ruas estreitas Owen Dudu e alguns soldados estão em fugindo do grande numero de soldados que eles atraíram.
Um erro poderia fazer eles ficar em um beco sem saída. O que levaria a morte deles. O suor tomava conta dos rostos deles. Então o sino do castelo ecoa pela cidade freneticamente. Era o sinal que a muralha foi transpassada. Era o sinal de desespero, para os elfos e alivio para eles. Mas o sons do sino trouxe um problema, algumas civis elfos apavorado em vez de ficar trancado, resolveram sair, tentar correr em direção ao castelo. Tornado o esconde esconde deles se tornar mais difícil. E em um dos muitos corredores eles dão de frente uma jovem ela tenta soltar um grito, mas um soldado tampa a boca dela e dá algumas estocadas no abdômen. Ele olha aquela jovem uma criança de 12 a 14 anos, ali caída. Suas vestes verde escuro, ganha uma cor mais viva e chamativa. O sangue dela escorre pelas pedras. Ele sente o cheiro de fumaça e sangue, aquela criança faz ele relembrar de seu passado. Ele olha para o soldado e abana a cabeça.
— O que? — indaga o soldado.
Ele para ali por um instante, tenta organizar seus pensamentos, mas flechas vão em sua direção, passando perto de sua cabeça. E atingindo um de seus soldados. Que cai morto ali, ele tenta ir em direção a ele.
— Vamos Owen, não podemos parar. — puxando ele Dudu o puxa, eles continuam correndo, se escondendo, são longos minutos. O sino continua tocando.
— Onde esta Luiz? Ele já deveria estar aqui. — ele olha para Dudu e vê uma flecha encravada no braço de Dudu. — Você está bem?
— Estou, a cota protegeu, — ele quebra parte da flecha e observa com cuidado o ferimento. A flecha não entrou profundamente.
Eles continuam sua fulga. E com o sino tocando, os soldados elfos deixam eles e vão em direção ao castelo, tentando proteger o castelo.
— Vamos ir ao castelo, mas não vamos na entrada principal. Perto da montanha tem uma entrada discreta. Dudu, você pode ficar por aqui.
— Não estou bem. Vamos acabar isso logo.
Eles seguem por ruas estreitas, subindo as ruas acima. Então escutam som de cavalos.
— Deve ser Luiz. Atrasado — Comenta Dudu.
Com receio, ele observa um pequeno grupo de cavaleiros correndo. indo em direção mesma entrada que eles. Mas não era Luiz, mas sim alguns elfos. Eles se mantem ocultos e esperam o melhor momento para a emboscada, perto da entrada.
O ataque feroz se trava, a situação é caótica. Espadas se colidem, os elfos lutam com ferocidade, mas com descuido. Os cavalos bufam, relincham de pavor ao serem atingido por lanças um cavalo empina, levando seu cavalheiro ao chão. Ele fica preso no seu cavalo. Ele desesperado com a espada da não tenta se defender.
Sem sucesso, um homem por traz atinge sua axila expostas. Ele solta um grito. A espada cai. O soldado salta sobre ele e tira da cabeça dele uma bela coroa ensanguentada.
— É o rei dos elfos. Eu matei um rei capitão Owen.
Enquanto dois elfos ainda tentam lutar pelas suas vidas, mas sem sucesso. Owen se aproxima do local. Seu rosto o suor se misturou com sangue e terra. Ele observa aquele elfo, usando uma armadura toda ornamentada. O sangue escorre e cai em uma canaleta, uma das muitas que vinha do castelo e transportava água.
— E o rei dos elfos! — Parabéns capitão.
Theron, em seus últimos atos lutando pela vida, tenta se desprender do cavalo. O soldado que desferiu o golpe vai dar outro golpe, mas Owen ergue o braço impedindo.
— Ele já vai morrer. Não é necessário.
Ao ouvir as palavras de Owen o rei Theron estende a mão em direção aos pés de Owen e tenta falar algumas palavras, mas acaba morrendo ali. Os soldados começam a comemorar. Enquanto Owem ainda está respirando ofegante. Passado a tensão do momento de tensão. Ele consegue ver que conseguiram sobreviver. Começa a abraçar seus soldados, que dão gritos de vitória. Ele começa ver quem sobreviveu, quem caiu. Ele abraça Dudu, que grita de dor por causa da flecha que levou no braço.
— Desculpa
— Leve a coroa para o rei. — sentando no chão Dudu completa. — Estou bem, vou ficar aqui descansando.
Ele entra no patio do castelo, que já tinha sido tomado. Ao contornar o castelo ele encontra outros soldados que já estão comemorando. Alguns soldados tocam fogo na figueira branca. Estão bebendo. Era o fim de uma longa e brutal guerra.
Ele entra no castelo, alguns soldados estão bebendo, usam um capacete prateado de um elfo como capacete. Observa corpos de soldados elfos caído, sendo pilhado.
Vozes de comemoração dentro do castelo vão aos poucos competindo com vozes de desesperos, gritos e lamentações que vinha da sala do trono. A entrada está cheia de soldados. Alguns soldados o cumprimentavam, pelo plano.
Com dificuldade ele vai abrindo caminho. Do local onde vinha aqueles gritos.
Ele ao entrar na sala do trono ele fica paralisado atordoado não conseguindo acreditar que algo daquilo poderia estar acontecendo.